Investir no casamento tem limite ?



O filme (documentário) “How dare you”, dirigido por Lizka Assa conta a história real de dois jovens israelenses que se casaram em condições “normais” de saúde, mas com o tempo a esposa (Hanny) começou a apresentar sintomas que a debilitavam em sua linguagem e desempenho motor, mas a medicina não descobria seu diagnóstico. Depois de muita peregrinação nos hospitais de Jerusalém, ela foi diagnosticada como ALS, que em português significa Esclerose Lateral Amiotrófica. A E.L.A é uma doença neurológica degenerativa, que ataca os músculos, cujo quadro se agrava gradativamente. Diante daquela situação em que vivenciara Hanny, sua família se sensibilizou pela grande responsabilidade que o esposo estava desenvolvendo em torno dela, onde ela era cem por cento dependente dele. Eles então propuseram que a devolvessem à família de origem. O marido pensou duas semanas e decidiu continuar com sua esposa, dando-lhe todo o amor e cuidado necessários, pois segundo ele, apesar de Hanny estar debilitada, seu amor por ela era incondicional. Hanny se sentiu tão motivada com a atitude de seu marido, que parece ter ganho uma forte injeção de ânimo. Ela começou a sonhar em coisas que ninguém apoiaria, por tamanha ousadia diante de um problema de saúde tão grave, e tão limitador. Ela não andava, pouco movimentava suas mãos e o que dizia era compreendida apenas por seu esposo. Desejando engravidar, ela teve o apoio de seu marido, que persistindo junto em direção a realização do sonho deles, enfrentaram a primeira barreira sendo contrariados pelo primeiro médico obstetra que procuraram. Ficaram tristes mas não desanimaram, até encontrar um que os apoiassem e se disponibilizassem para estudar o caso de forma que tal sonho se tornasse viável. Todas as limitações foram ponderadas e os riscos também, mas aquele sonho teve apoio e todo o suporte necessário. Hanny dependia cem por cento de seu marido, mas eles não desistiram do sonho de ter um filho. Nasceu então uma menina, com saúde, e ao completar três anos de idade, seus pais decidiram ter mais um bebê. Receberam novamente o suporte necessário e com muita dificuldade financeira, ela resolveu fazer faculdade para ajudar seu marido. Com muita dificuldade ela terminou seus estudos e levava pelo menos doze horas para concluir uma prova em que os demais colegas levavam duas para terminar. Suas condições realmente eram debilitadas mas seus sonhos não foram prejudicados por conta disso, pois ela tinha incentivadores que a ajudavam a vencer suas limitações. Sua colocação no mercado de trabalho foi difícil, pois as pessoas não acreditavam em sua capacidade. Até que uma “hed hanter” sugeriu que eles pagassem para publicar uma matéria em uma revista de negócios, contendo a história daquela mulher tão esforçada que buscava a concretização dos seus sonhos. Eles não queriam uma vaga de emprego por sentirem pena dela, mas que reconhecessem sua capacidade. A matéria foi publicada com o título “Ela não é doente, ela é uma estrela”, em uma revista de negócios, e logo depois ela conseguiu um estágio. Hanny foi contratada e reconhecida como excelente profissional. Com sua rica história de superações, contrariando as expectativas médicas que esperavam no máximo dois anos de vida após o diagnóstico da doença, em 1991, ela está viva até os dias atuais, mas mesmas condições que outrora, sempre em busca de seus sonhos. Segundo o esposo super apaixonado, “atrás de uma grande mulher sempre tem um homem surpreso”. Qual o limite para que conquistar sonhos ? Até onde uma pessoa consegue ir se a sua força de vontade em busca dos seus sonhos for ilimitada? No caso das pessoas portadoras de necessidades especiais, qual o limite para não viver sob o opróbrio de suas limitações ? De que forma podemos contribuir para que os portadores de necessidades especiais tenham uma motivação sem limites que transponha as barreiras das limitações, gerando resultados positivos tanto para eles, quanto para seus cuidadores e educadores ?




Seja fiel a Deus e à aliança que vc fez no altar em prol do seu casamento. Na "alegria ou nao dor, na riqueza ou na pobreza, na saúde ou na doença" 

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