Ao entrar no Templo durante essa
semana, senti falta de coisas muito simples, como a recepção dos obreiros logo
na entrada, das crianças de mãos dadas com suas famílias para tomarem os assentos,
da saudação "a paz do Senhor" e em seguida um aperto de mão e um
abraço apertado de comunhão.
Os bancos, no momento, estão assim,
vazios de pessoas presentes, onde outrora tinham as portas dos templos abertas
e NÃO valorizavam os cultos.
Hoje o nosso refúgio é a espera do
culto online, para que de alguma forma possamos cultuar virtualmente com nossos
irmãos. Essa é a realidade das igrejas nesse momento. Dizíamos:
"Alegrei-me quando me disseram vamos a casa do Senhor", mas já não
era a alegria de muitos, pois preferiram ir à tantos outros lugares do que estar
na casa do Pai.
"Portas fechadas! Fiquem em
casa! ", a ordem é essa. Não poder estar em lugar algum a não ser nossa
casa.
O Senhor precisou parar as nações,
fechar templos, escolas, enfim, desacelerou a humanidade, cancelou nossa agenda
para vivermos a agenda DEle, para assim novamente voltarmos ao 1° amor. ELE, o
próprio Senhor falava conosco e não tínhamos tempo para ouvirmos a Sua voz. Agora
voltamos a fazer cultos domésticos, agora cantamos nas janelas e varandas de
nossa casa, perdemos as contas de quantas vezes nos ajoelhamos para orarmos, e AGORA tem sobrado tempo para falarmos com ELE!
Famílias oram, nações clamam, a
Igreja suplica para que o Senhor sare as Nações!
"E se o meu povo, que se chama
pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos
seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e
sararei a sua terra." 2 Cr 7:14.
Percebo que depois da crise saíremos:
Mais Fortes,
Mais Sensíveis,
E dando mais valor às coisas simples,
inclusive de irmos aos cultos nos templos de portas abertas!!!
Cristo em nós Esperança da Glória


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