Bagagens sentimentais

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Bagagens amorosas: como lidar com o histórico das relações amorosas passadas em uma nova relação
Sabemos que ao desejarmos um relacionamento amoroso com alguém, sendo namoro, casamento ou mesmo um rolo, que seja, trazemos no conjunto nossas histórias passadas, nossas vivencias, conquistas, decepções de vida pessoal, familiar, profissional e claro, amorosa. Assumir esta bagagem do(a) parceiro(a), por mais natural que seja, nem sempre acontece de forma consciente ou mesmo de forma satisfatória. E ao mesmo tempo em que este tema pode parecer tão simples ou básico para muitas pessoas e casais, para outros já foi (ou é) a causa de muitas discussões, conflitos e até separação. 

Quando nos envolvemos ou assumimos uma relação, trazemos uma necessidade de administrar as bagagens históricas, tanto a de nosso pretendente como a nossa própria. Engana-se aquele que pensa: "Eu sou assim e pronto. Essa é minha vida e pronto, o outro tem que me aceitar do jeito que sou". Esse pensamento individualista é o primeiro passo para que uma relação não dê certo e para que não haja envolvimento entre o casal. 

Administrando as bagagens

Uma boa relação amorosa sugere que o casal saiba como juntar suas bagagens de vida, conseguindo administrar suas histórias anteriores, com as atuais e as futuras sem causar sofrimento ou mal estar no outro que está ao nosso lado. 

Mas como fazer isso? Devemos simplesmente encarar de forma tranquila a história de vida que outro teve antes? Devemos falar sobre o passado para por um ponto final ou para tentar aprender conviver com a ideia? Melhor não falar nada e deixar cada um com sua história? 

Estas são perguntas que jamais possuirão uma resposta técnica ou única. Na verdade cada pergunta só pode ser considerada a partir de cada situação, conforme a relação deste ou daquele casal. Melhor ainda, conforme cada pessoa. Já ouvi uma grande diversidade de respostas e a melhor é sempre aquela que gera o melhor para si e para o casal. 

Quando a bagagem traz problemas

O tema gera conflitos, quando mal administrado. Temos que admitir que lidar com isso, naturalmente, nos leva a ideia de certa insegurança ou ciúmes. As experiências passadas da pessoa amada nos colocam em contato com um fato delicado, que este ?nosso alguém? já foi alguém de outro também. Já sorriu, sentiu prazer, talvez muito prazer e já fez planos com este(a) outro(a), isto é, já desejou outro em seu lugar de hoje. Assim como no inverso, já fomos plano de outra pessoa ou mesmo já o fizemos com outra pessoa e é natural que estas lembranças (sendo boas ou ruins) passem pela mente de vez em quando, pois possuem local especifico em nossas lembranças e em nossas vidas. 

O conflito normalmente surge porque muitas vezes não abrimos de fato um espaço para a bagagem do outro em nossa vida. Por vezes ficamos desconfortáveis, inseguros e assim acabamos negando e fantasiando uma ideia de exclusividade com esse alguém daqui por diante e ignoramos seu passado, suas histórias e construção de vida. Esta atitude não costuma ser nada saudável para a relação. Ignorar, fingir ou negar, no geral, acaba tendo uma reação inversa, pois sabemos que há algo mais para ter acesso e ficar se escondendo da realidade pode gerar uma diversidade de angustias, crises de ciúmes, desconfianças exageradas, cobranças ou comparações e dificilmente uma relação sobrevive saudavelmente a isso. 

Outro ponto gerador de conflito ao casal é quando nós não queremos abrir mão de nossas experiências vividas e ficamos carregando nossa bagagem por onde formos. Deixando sempre muito próximo a nós e a nossa relação ?um terceiro? mesmo que na lembrança. Sabe aqueles casos onde se vive falando, lembrando, elogiando ou mesmo criticando um ex? Isso pode demonstrar que a pessoa ainda não se desapegou do passado e não abriu espaço para o outro. Talvez tenha medo de abrir mão de parte de sua vida ou tenha receio de apostar no novo. Também pode estar utilizando essa lembrança como fuga e disfarce para não lidar de fato com os momentos delicados que enfrenta em sua nova relação. Neste caso, não somente o lado que recebe, mas também o dono da bagagem deverá aprender a administrar suas histórias. Deverá aprender a se livrar do excesso e ficar só com o necessário, liberando espaço para construir uma nova história. 

Afinal, como administrar essas bagagens?

O melhor, sempre é tentar entender o que acontece com você: por que está tão difícil para você? Pois provavelmente o que mais te dói não é a história do outro e sim suas próprias questões emocionais identificadas nas histórias de seu/sua companheiro(a). Temos nossas histórias antigas e talvez nos orgulhemos ou lembremos com carinho e até saudosismo de algumas e isso parece mais que natural. Assim como podemos ter experiências tristes e traumáticas que nos impedem ou travam novas oportunidades. 

O que vale considerar é que quando sobrecarregamos o outro com nossos conteúdos, isso demonstra nossa falta de organização emocional sobre nossa vida, não somente do passado. E isso merece atenção para que o casal possa ficar bem. 
Acredito ser importante ressaltar, que normalmente estamos prontos para falar, analisar e apontar a bagagem do outro. Mas, já nos perguntamos o que fazemos com a nossa bagagem e nosso excesso de conteúdos? Como saber o que pode ou deve ficar ao alcance do nosso(a) novo(a) companheiro(a)e o que deve ser arquivado? 

Colocar-se no lugar do outro geralmente costuma ajudar e muito a tomar nossas decisões e a respeitar quem está conosco. Pensar sobre aquilo que nos sobrecarrega e aquilo que suportamos pode nortear a administração de nossos conteúdos e nos ajudar a liberar espaço para o novo. Bem como ouvir o que outro acha, sente e pensa a respeito, ajuda muito saber como lidar. 

Todas as experiências de relacionamentos que vivemos desde nosso nascer (relação com mãe, pai, irmãos, amigos, professores, chefes, namorados...) possuem interferência em nossas vidas e por vezes são fundamentais para explicar, às vezes até determinar nossos atos, gostos, medos e escolhas. Pensando por esta linha, de sugestão psicanalítica, podemos dizer que naturalmente temos ou somos uma bagagem que carregamos por toda nossa vida. E mesmo que venhamos mudar nossas atitudes e escolhas na vida, essa bagagem tende a continuar conosco, por fazer parte do que há de mais intimo em nossa existência, o nosso EU. E isso é o que temos para oferecer e para receber. O termo bagagem não precisa necessariamente sugerir peso, ou sobrecarga. Mas vai depender e muito de cada pessoa que constitui o casal. 

Ouvi recentemente que para lidar com a bagagem emocional da vida em uma relação amorosa devemos ter generosidade e humildade. Generosidade para abrir espaço ao conteúdo do seu/sua parceiro(a) em sua vida e com um bom acolhimento. E humildade para levar o seu conteúdo até ele(a) também solicitando espaço e acolhimento. 

Imagino assim, que juntos conseguirão através do respeito encontrar o limite ideal e a melhor forma de organização do passado em suas vidas. Podendo até tirar proveito e bem-estar de certas histórias. Por que não? 



http://www.minhavida.com.br/bem-estar/materias/18154-bagagens-amorosas-como-lidar-com-o-historico-das-relacoes-amorosas-passadas-em-uma-nova-relacao

Projeto missionário no Níger - liderado por um ex-paquito

Muitos irmãos estão em outros países fazendo a obra de Deus mesmo correndo risco de vida, e nós os ajudamos em que? Temos ao menos ajudado com ofertas para manter os projetos realizados por eles? Temos orado? Ou pra nós tanto faz porque nem os conhecemos???

Vale refletir.

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Missionário brasileiro luta para reconstruir sua casa no Níger


Missionário Alexandre


O missionário Alexandre Canhoni, ex-paquito, foi um dos cristãos que teve sua casa destruída pelos muçulmanos do Níger no mês de janeiro. Assim como outros cristãos, eles estão refugiados na casa de amigos e agora tentam reconstruir seu lar e espaço que atendia 250 crianças diariamente.

O espaço, por ser organizado por cristãos, foi alvo dos ataques dos muçulmanos extremistas que protestaram contra as charges publicadas no jornal francês “Charlie Hebdo”.

Canhoni e sua esposa moram no Níger desde 2001, ali trabalham como voluntários atendendo crianças na organização evangélica Guerreiros de Deus. Agora ele pretende levantar recursos para recuperar os prejuízos.

“Conseguimos um pouco de ajuda, mas está tudo detonado. Literalmente, nós perdemos tudo: geladeira, fogão, panelas, mesa, cadeira, coisas de escritório, cama, roupas. A casa está vazia. Abalaram as estruturas, como paredes, grades, portões, cercas de segurança. Entraram com picareta rasgando tudo”, disse Alexandre.

Os próprios moradores estão se ajudando através de mutirões para retirar os restos das coisas e limpar as igrejas, escolas, restaurantes e outros espaços que foram atacados.
“A gente está aguardando ajuda, ofertas, pessoas que podem contribuir”, disse o ex-paquito Xandy que lançou uma campanha na internet para arrecadar verbas para a reconstrução do espaço Guerreiros de Deus.

Apesar dos riscos de novos ataques, Canhoni é um dos missionários que não pretende deixar o Níger. “A gente está num momento bem delicado. Mas uma coisa é certa, o que nós temos a ver com a charge que aconteceu lá em Paris? Quer dizer, isso é independente de religião, é a questão do bom senso do ser humano, de a gente continuar a dar comida para essas crianças que são subnutridas. Essa é a nossa vontade”, diz.

“Eu não vim pra cá para aventurar. Estou aqui há 14 anos. Se eu quisesse ficar rico eu não estava aqui. A gente cuida de cerca de 2 mil crianças aqui no Níger, o ultimo IDH do planeta. E eu decidi vir pra cá exatamente pra ajudar o país mais pobre do mundo. Como posso deixar minhas coisas aqui e essas crianças que dependem de nós?”, questiona o missionário.

O espaço onde Alexandre, sua esposa e outros quatro brasileiros entregam refeições para crianças fica no quintal de sua casa. Em todo o país os cristãos oferecem 1.200 refeições, mais de 90 pessoas participam do trabalho como voluntários. O ex-paquito mora na capital Niamey, mas há outras cidades que contam com este tipo e ajuda humanitária oferecida pelo projeto Guerreiros de Deus que além dos alimentos oferece um centro esportivo, quatro creches e duas escolas de costura. 

Fonte

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Orai constantemente

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Quero começar relatando uma estória (simbólica) citada pela Ana Paula Valadão em uma pregação. Conta-se sobre um homem que todas as manhãs com seu pequeno martelo martelava uma grande e forte pedra que ficava em seu quintal. Os vizinhos diziam que ele era louco de achar que aquelas fracas marteladas quebrariam aquela rocha. Mesmo assim ele ignorava as palavras de desânimo e insistia, ainda que ele não visse com olhos naturais àquela pedra se quebrando. Pela fé ele cria que ela quebraria e insistia. Um dia ele deu a 1ª martelada, e a pedra se esmiuçou toda!

Pergunta: Foi essa última martelada que fez a pedra esmiuçar? Não, mas a soma de todas as marteladas, desde a primeira. Na verdade ela foi ficando frágil até não suportar mais e esmiuçar.

Você sabia que é exatamente isso que acontece quando oramos clamando para que o impossível se torne real, pelo poder transformador de Deus? Ainda que não vejamos com olhos naturais, é a nossa fé que nos motiva continuar orando, ainda que nos digam que não tem mais jeito.
Deus está agindo, mas nossos olhos naturais só vão contemplar quando a “pedra se esmiuçar.” E sabe o que vai acontecer? Todos verão quem é o Deus que nós servimos e em que consiste a nossa fé.

Deus continue abençoando vocês!


Precisando de Oração?

Ligue: 3003 - 3700 Numero Nacional ou (11) 3946-3468 São Paulo


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Uma esposa desejável

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O que os homens esperam encontrar no casamento.

Costumam dizer que os homens são simples demais e as mulheres complicadas, mas penso que é só uma questão de se conhecerem e terem a disposição de oferecer ao outro aquilo que deseja sua alma. Tornar-se desejável aos olhos de um homem deve ser um propósito para ela  e uma oferta de amor a ele. O segredo é amar o outro do modo que o outro precisa ser amado, é estar disposto a isso.

Sexo, bom sexo, muito sexo.
OBS PESSOAL: NÃO É NECESSÁRIO ASSISTIR FILMES ADULTOS PARA GERAR CRIATIVIDADE. ISSO VAI CONTAMINAR SUA MENTE ! MAS SEJA CRIATIVO !

Os homens, de um modo geral, esperam encontrar sexo no casamento. É por isso que eles e casam, ao menos inicialmente.  Quanto mais sexo, melhor e quanto melhor, melhor, esse é o pensamento masculino. Porém, com o passar dos tempos eles acabam se dando conta que mesmo gostando muito de sexo, também há outras coisas que são importantes para a alegria não apenas dele, mas do casal. Li em algum lugar que se não fosse por causa de sexo, os homens se casariam com seu melhor amigo com quem já tem bastante afinidade, e não com uma mulher que lhe é uma incógnita. Brincadeira à parte, o interessante é que os homens gostam de sexo tanto em qualidade como em quantidade, e qualquer dessas duas situações que faltar, já é um bom motivo para conflitos.

Homens e mulheres são bastante diferentes no tocante ao sexo. Eles estão sempre prontos para o sexo, enquanto ela vai precisar de um romance, algumas palavras bem colocadas, um carinho, um olhar, enfim, algo que mexa com seu lado afetivo sexual. Em nossas palestras brinco que um homem só precisa de uma mulher e um cantinho para o sexo acontecer. Se ele tiver pulsação, batimento cardíaco é o primeiro sinal de que está pronto para um encontro sexual.

Um homem jovem, com 17 anos, pouco mais ou pouco menos, está com a sua libido a flor da pele, e não pode ver nem perna de mesa que já fica assanhado, e é por aí mesmo, ele pensa umas 400 vezes em sexo durante um dia, a figura feminina permeia sua mente a todo instante. Os  homens tem o seu ápice sexual aos 16 a 20 anos. Depois disso, inicia-se um lento processo de queda da libido. Mas não se preocupem porque ainda vai longe, até pelo menos aos 80 anos. E ainda tem uma “muletinha” que pode ser usada que são os remedinhos milagrosos que vão dar sustentação quando for preciso ( viagra, cialis, e outros).

Entre os 35 a 45 anos, as mulheres estão com mais sede de sexo que os homens da mesma faixa etária, é quando então se interessam por  homens mais jovens, pois estão, digamos, no mesmo pique sexual.

Segundo dados estatísticos mais de 43% dos cristãos evangélicos praticam sexo três vezes por semana, e 30% deles uma vez por semana, depois vêm os que praticam quinzenalmente, 6%, e aí vai caindo até os que não mais praticam que são em torno de 1%. Isso representa uma média de 3 a 4 relações sexuais por semana. É um número bom, e mostra os estudos que os evangélicos fazem mais sexo que os não evangélicos, que estão com a média em torno de 2,14 por semana.

Esses números são interessantes, pois o homem evangélico costuma ser alvo de chacota entre os seus colegas de trabalho e escola, que dizem que o crente não gosta de mulher, não gosta de sexo, e agora, fica aí a informação que gosta sim, e como gosta. Essas gozações são por conta de que os cristãos não são dados a piadas, a pornografia, as conversas sobre a mulher do outro.

A reclamação dos homens é que as esposas não valorizam sua sede de sexo, principalmente quando vêm os filhos. Um marido cristão queixou-se assim: “ Pastor sou grato a Deus, estou feliz, ganhei um filho, porém, perdi a esposa.” Esse é o cuidado que a esposa cristão tem que tomar, pois veja, as “periguetes” estão por todo lado, tem sempre uma delas se oferecendo a esses homens, não se pode vacilar. Olha o conselho da Bíblia: “Quem está satisfeito despreza o mel, mas para quem tem fome até o amargo é saboroso. Como ave vagando longe do ninho, assim é o homem perambulando longe do lar!…” Pv 27:7,8.

Entendeu direitinho, você esposa, pegue seu homem e ofereça a ele o que ele mais quer, sexo. Costumo sugerir as irmãs que leiam o texto de Provérbios 7, onde fala de uma prostituta que aprisiona os homens e depois os conduz para seu leito como ovelhas que vão para o matadouro, e sem forças para reagir a tentação vão para a morte que é o adultério. Aqui o que se destaca nesse texto são as ações dessa mulher vil, mas que pode ensinar a muitas como se comportarem com seus maridos. Vamos dar uma olhadinha no texto e você já vai entender as ações dela:
“E eis que uma mulher lhe saiu ao encontro ( proativa) com enfeites de prostituta (vestida para seduzir) , e astúcia de coração. Estava alvoroçada e irrequieta; não paravam em sua casa os seus pés ( ansiosa pelo homem). Foi para fora, depois pelas ruas, e ia espreitando por todos os cantos; E chegou-se para ele e o beijou ( iniciativa para o sexo). Com face impudente lhe disse: Sacrifícios pacíficos tenho comigo; hoje paguei os meus votos. Por isto saí ao teu encontro a buscar diligentemente a tua face, e te achei. Já cobri a minha cama com cobertas de tapeçaria, com obras lavradas, com linho fino do Egito. Já perfumei o meu leito com mirra, aloés e canela ( preparou o cenário do sexo). Vem, saciemo-nos de amores até à manhã; alegremo-nos com amores...( provocante). Assim, o seduziu com palavras muito suaves e o persuadiu com as lisonjas dos seus lábios. E ele logo a segue, como o boi que vai para o matadouro ( torna-se vitima dela), e como vai o insensato para o castigo das prisões; Provérbios 7:10-22.”

A mulher tem o direito e o dever de estar bonita para o seu homem, e por isso é preciso investir algum dinheiro com uma roupinha apropriada, alguns perfumes, óleos, lubrificantes se for o caso de falta de lubrificação vaginal, um quarto cheiroso, com lençóis novos, etc.

Sexo não é apenas o encontro do pênis com a vagina, envolve os cinco sentidos, os cheiros, o visual, os toques, sabores e os sons agradáveis, tudo isso importa e valoriza o momento.

Corre uma história entre os evangélicos a respeito do marido que estava sedento de amor, ligou para a esposa e avisou: “Meu bem, me espere  que eu estou chegando, manda as crianças para a casa da sua mãe, faz uma sopinha rala, desliga o telefone da tomada, fecha as janelas, e esteja bonita para mim”. Quando ele chegou em casa, estava quase tudo pronto, a sopinha rala estava na mesa e ela estava no banho, então ele tomou a sopa e foi para a sala ver um pouco de TV, e dali a pouco ela o chama e ele vai. Na sua mente ela iria estar sexy, com um baby doll, uma roupinha transparente ou algo assim, mas quando olhou não acreditou no que viu. Ela estava vestindo uma camiseta amarela, de campanha política, com a foto de um homem moreno, com um enorme bigode, bem no peito. E ainda por cima, tinha uma essa inscrição: “Venha ser feliz, com fulano de tal.”  Ele quando viu desanimou e disse: “ Meu bem, não estou muito legal , vamos deixar para amanhã, quem sabe até lá estarei melhor.”

Depois dos 45 anos e um bom tempo de casamento, quando as novidades já são tão novas assim, uma ereção peniana já não é mais obrigação do homem, mas também um merecimento da mulher e da ocasião. Deixe-me explicar melhor, tem situações que merecem uma ereção e situações que prejudicam uma ereção ainda que se queira.

É desde há muito sabido que os homens são atraídos sexualmente por aquilo que veem, enquanto a mulher é atraída por aquilo que ouve. Se elas são provocadas por um carinho, um elogio, uma conversinha de “pé de orelha”, eles, os maridos, por sua vez, querem ver e querem ser elogiados pelo seu desempenho.

Outro dia uma esposa disse estar feliz e despreocupada porque agora que seu marido “virou crente” ele não terá olhos para outras mulheres e com isso, o adultério não seria mais um fantasma em sua vida. Ponderei e disse: “Cuidado minha querida, os filhos das trevas parecem realmente ser mais sábios que os filhos da luz. Sugiro que você dobre a sua preocupação, pois seu marido poderá ser ainda mais tentado.” Há um provérbio muito conhecido entre os evangélicos, “A mulher sábia edifica sua casa”, pois é, penso que essa sabedoria deve ser bastante abrangente, sabedoria emocional, sabedoria financeira, sabedoria na educação dos filhos, sabedoria sexual, e outras mais. Dizem que um adultério vem precedido de tendências, motivos e oportunidades. Tendência tem a ver com o histórico familiar, a cultura, o aprendizado. Motivos são razões que expõe uma pessoa para o adultério, como a falta de um bom sexo, por exemplo. E oportunidades são situações onde alguém permanece por tempo demais perto do abismo. A mulher sábia é previdente, ora a Deus para proteger seu casamento, mas também toma suas providências para não facilitar as coisas para o mal, pois é assim que a Bíblia nos ensina. Ela diz que “se o Senhor não guardar a casa, em vão vigia a sentinela”, entretanto, não diz que podemos tirar a sentinela, pois é através dela, sentinela, que o Senhor guardará a casa, entendeu?

Um marido não espera que a esposa seja uma miss mundo, uma modelo, não, mas espera que demonstre desejo por ele, e se mostre a ele da melhor maneira, que o procure para o sexo, que tome a inciativa de vez em quando, isso faz bem ao ego masculino, ser desejado.

Uma esposa preocupada com a falta de sexo reclamou com o marido: “Meu bem, o que está acontecendo, você não me procura mais?”, ao que ele lhe respondeu: “Sabe o que é, você se esconde tanto que não consigo achá-la”. O marido quer ter bons motivos para ir para cama logo.

Um dos maiores erros que um casal comete é trazer o filho para dormir na cama do casal, isso atrapalha a intimidade, dificulta o sexo. E quando eu falo de intimidade, falo mais do que o sexo, falo de momentos de boa conversa, de toques e carícias, falo de conhecimento mútuo e de momentos de desabafo, e isso tem que ser preservado, protegido a sete chaves no casamento.

Quando eu estava ativo no serviço policial, fizemos uma “blitz” contra a prostituição no centro de uma determinada cidade, e na ocasião prendemos uma prostituta que nos confidenciou que tinha um “cliente” que toda semana a procurava, eles iam ao motel e lá permaneciam por duas horas e não faziam sexo, apenas conversavam. Ele pagava a ela para ser uma boa ouvinte, e desabafava com ela sobre seus problemas na empresa, na família, no casamento. Ter alguém para compartilhar nossos dilemas, nosso dia, ansiedades, vitórias  e fracassos. No livro de Cantares a esposa sulamita diz: “ Eu sou do meu amado e ele tem saudades de mim.” , esse é o segredo, a mulher tem que fazer por onde o seu marido sinta saudades dela. Ela, sulamita, e seu marido Salomão tinham sabedoria sexual e se comunicavam de um modo a despertar  a libido do outro, veja como eles se falam: “Eis que és formosa, ó meu amor, eis que és formosa; os teus olhos são como os das pombas. Eis que és formoso, ó amado meu, e também amável; o nosso leito é verde. As traves da nossa casa são de cedro, as nossas varandas de cipreste.”-Cânticos 1:15-17.

Aqui estão dizendo que a casa deles não cai, pois os esteios são de madeira nobre, entretanto, eles não estão falando propriamente da madeira usada na construção da casa e sim, da forma como se amam, como se cuidam e dos sentimentos comuns que nutrem, e que isso tudo redunda na solidez da relação. Ela afirma na cama dela eles se realizam, não falta vigor e o amor se renova.

Essas recomendações estão dentro da ideia de I Co 7:3-5, “O marido pague à mulher a devida benevolência, e da mesma sorte a mulher ao marido. A mulher não tem poder sobre o seu próprio corpo, mas tem-no o marido; e também da mesma maneira o marido não tem poder sobre o seu próprio corpo, mas tem-no a mulher. Não vos priveis um ao outro, senão por consentimento mútuo por algum tempo, para vos aplicardes ao jejum e à oração; e depois ajuntai-vos outra vez, para que Satanás não vos tente pela vossa incontinência 1 Coríntios 7:3-5. A falta de sexo, expõe o casamento a perigo. Pesquisas mostraram que as pessoas se envolvem com outros, adulteram  porque estavam em busca de sexo e não de um divórcio, importa não dar motivos para o cônjuge tenha que recorrer a isso. Geralmente os homens adulteram porque são estimulados a isso por um comportamento social que só falta aplaudi-lo  quando ele traí, por falta de um bom sexo dentro de casa, por falta de um relacionamento verdadeiro com Deus, por falha no caráter, busca de aventura e novidades.  As mulheres traem por causa de abandono emocional, curiosidades, excesso de oportunidade, falha no caráter e também por falta de um bom sexo dentro de casa.

A esposa como a sua amante.

Querendo a mulher ser uma grande esposa, comece por um bom sexo dentro de casa. O sexo exige variação, quebra de rotina, mudança de ambiente, roupas apropriadas, cheirosas, gostosas ao toque.

Ele deseja o teu desejo, adora quando você diz que ele é demais, um garanhão ou coisa assim. Envaidece quando sua esposa lhe diz que ele a faz ir às nuvens durante o amor. Não é preciso se envergonhar, faz parte do jogo sexual, a sulamita de Salomão fala assim: “ ...não há ninguém que se compare a ele, as palavras dele são sempre doces e cheias de amor.” –Ct 5.15b-16. Ele replica: “Você conquistou meu coração, minha bela noiva, você me venceu com um simples olhar, só com um enfeite de seu colar. Minha querida, como é doce o seu amor. É melhor que o vinho; o perfume do seu amor é melhor que o das mais finas colônias, seus lábios são feitos de mel”.

O sexo não é só para o prazer dele, é deleite de ambos, um buscando oferecer gozo ao outro antes mesmo de pensar em si. Quem busca o seu próprio prazer pode encontrá-lo, porém,  se não oferecer prazer ao outro, essa relação será doentia e egoística.

Quando o sexo está meio morno, é preciso voltar a namorar, nesse tempo é preciso deixar um pouco o foco no papel de dona de casa, mãe de filhos, e ser namorada. Estar descansada, disposta e bem humorada e se apaixonar novamente. Outro dia me contaram a história de uma criança que falou à sua mãe: “Mãe, você não tem namorado. Sua mãe a repreendeu por isso. Mas ela insistiu com essa conversa e sua mãe lhe disse que seu namorado era o seu pai. Então, a menina falou: Eu não vejo o pai trazendo flores, não vejo vocês se abraçando. Você não se arruma quando ele está para chegar e também não saem para passear, então, o papai é só um marido e não um namorado.”

Não é necessário estar impecável sempre, mas também não se pode ficar “malacafenta”  o tempo todo. Os olhos se acostumam com aquilo que estamos vendo sempre igual, e chega a ponto de a gente não enxergar mais, é como se não estivesse ali. Assim são as pessoas que estão sempre com a mesma roupa, mesmo cabelo, mesma conversa. Elas passam despercebidas. Não se transforme em mulher invisível para o seu marido. Faça algumas mudanças no visual. E não se esqueça de colocar um pouquinho de docilidade no seu falar, meiguice também não faz mal a ninguém. Pode ser que seu marido não fale nada, mas experimente se arrumar para ele, sem que se tenha motivos especiais, ele vai adorar. Nenhum marido não gosta de ver a mulher quando vai sair, corre toma um banho, fica cheirosa, põe uma lingerie nova, uma roupa bonita, passa uns cremes, uns produtos de cheiro bom (Hum, só de ter que pensar nisso já estou ficando com ciúmes...e com raiva também.), e ele fica só olhando e pensando, “eu que sou marido fico com a malacafenta e outros ficam com o “mulherão”.

Uma boa e agradável companhia.
Deus deu a Adão algumas tarefas como dar nomes aos animais, e exercer um trabalho agrário no Eden, e ele ficou tão empenhado com o trabalho que não notou que estava só. Ele não se deu conta que os animais tinham suas parceiras, até que Deus o avisou de sua necessidade. Então disse Deus: “Não é bom que esteja só, far-lhe-ei uma ajudadora (“Ezer” no Hebraico) idônea para ele.” Preste atenção na palavra ajudadora, ela significa “Ezer” no Hebraico e tem o sentido de “alguém que cerca a vida de outro para protegê-lo”, pois esta é a função da mulher, da esposa com relação ao seu marido, cercar a vida dele para que ele não se perca, para que consiga cumprir com sua missão na terra. E desde então, todos os homens são carentes de ter ao seu lado uma “ezer” para o aconselhá-lo, para dar a ele o que falta nele, para ser para ele não alguém para com ele competir, mas sim, alguém para complementá-lo. Agora, um homem não precisa de uma mulher qualquer , ele precisa de uma mulher que tenha vindo de Deus, pois “ quem encontra uma boa esposa, encontrou o favor do Senhor” ( Pv 18.22 ), e mais, “Riquezas e bens um homem recebe até como herança de seus pais, mas uma boa esposa vem do Senhor para Ele (Pv 19.14 ), então perceba, não serve qualquer mulher, tem que ser a mulher, alguém que venha para somar com ele, levando ele a vitórias maiores. Uma mulher como a mulher de Salomão quando diz algo assim: “ Eu sou para o meu marido como um muro, meus dois seios são suas torres, eu sou para ele um muro, eu sou aquela que lhe inspira paz.” ( cf Ct 8:10). Penso que as jovens cristãs devem se preparar para ser uma “ezer”, uma mulher competente, capaz , em condições de ser uma benção na vida de seu marido. E que seja um muro de proteção contra o mal, uma auxiliadora na missão dele, alguém que com zelo cuide dele e receba em troca, amor e proteção, e que juntos sejam felizes. Nenhum homem quer se casar com uma “confusão ambulante”, “uma jararaca vigilante”, não é disso que ele precisa. Mulher barraqueira, ciumenta , controladora, usurpadora de sua autoridade enquanto cabeça do lar,  definitivamente, estará trazendo angústias e dores para o homem, leia isso:

“Uma mulher virtuosa é uma mulher nobre, graciosa, diligente e amorosa. Ela agrada e honra o seu marido fielmente. Ele é grato e se regozija na bondade de Deus para com ele através dela. Mas uma mulher odiosa envergonha o seu marido, e lentamente o mata de dentro para fora pela sua estupidez, egoísmo, teimosia ou infidelidade.”

A esposa sendo a companheira para todas as horas.
Mulher, procure ser uma companhia agradável, que ele sinta prazer ao seu lado. Marido tem que ver na esposa a sua principal conquista. Um boa companhia é aquela mulher cujo valor deve exceder o  de finas joias, e estar em público abraçado com ela é como estar em posse da taça de campeão, uma situação de triunfo. É a pessoa do tipo “conte comigo sempre” que ele precisa. Conte comigo quando tudo vai bem, e conte comigo quando a coisa der errado. Quando um casal vive o “companheirismo conjugal” é quando eles vivem a mutualidade, que é uma das características da aliança conjugal. Na mutualidade é assim, “eu cuido bem de você e você cuida bem de mim, e assim, ambos sobrevivemos as agruras da vida, nos complementamos e nos realizamos enquanto pessoa.”( o autor).A Bíblia não manda que uma mulher ame o seu marido, pois isso lhe é muito natural, mas manda que respeite, pois respeitar tem a ver com aceitar sua posição de líder, e demanda uma atitude de entrega, renúncia e confiança. Vigie para ser uma companhia agradável, ser mais parceira do que rival, deve se posicionar como aquela que o complementa e não a que compete. Muitas vezes um homem tem coisas em sua cabeça mas não tem com quem contar, e a mulher é a pessoa mais indicada para saber o que se passa dentro dele. Ser companhia é ser, segundo a etimologia da palavra “cum panis”, “aquela que come o pão comigo”. E num relacionamento conjugal é aquela que come o pão comigo, mesmo nos dias em que o pão falta.

Alguém para partilhar seus sonhos e conquistas.
Um homem procura alguém para partilhar seus sonhos e planos, suas alegrias e conquistas. Quer uma mulher para com ela se tornar uma só pessoa, alguém que tenha tanto dele dentro de si, que fique difícil divisar quem é um e quem é o outro. Que sejam parecidos, se não no físico, mas nos ideais, nos propósitos e sentidos da vida, que adorem o mesmo Deus, que O sirvam juntos, e que seja para ele como um “Jardim fechado és tu, minha irmã, esposa minha, manancial fechado, fonte selada( Cânticos 4:12),  uma fonte de alegria e prazer exclusivamente dele e para ele.

E quando um homem ama uma mulher, ele faz de tudo para sua felicidade. Ele a ouvi e considera seus pedidos, cede quando é preciso, e é honesto em tudo. Sem máscaras se revela, pois não tem nada a esconder dela. Este homem divide com ela os pesos e fardos que ela teria que carregar e dá passos concretos para a realização dos sonhos de casal.

Um marido que assume responsabilidade completa e total pela família e toma a iniciativa em transmitir seu amor pela esposa e filhos, é o marido que irá experimentar recompensas incríveis: uma esposa amorosa, apreciativa, disposta a ajudar, mostrando seu lado melhor para ele; filhos satisfeitos e seguros, desenvolvendo-se da melhor forma possível. Eu pessoalmente jamais vi um casamento falhar quando estas prioridades são satisfeitas”. ( Dr. Ross Campbel, psiquiatra, escritor evangélico)

A esposa presente em suas lutas recebendo os despojos que ele trará como vencedor.
Os sonhos representam os desejos de um homem e as conquistas são suas vitórias. Um homem quando sonha um sonho bonito e este se torna realidade, ele precisa partilhar essa conquista , e quando não tem com quem fazê-lo, seu sonho se torna incompleto, e o coração não se alegra. Todo homem precisa ter com quem dividir suas glórias, ele quer ter o prazer de dizer “meu bem, olha o que eu trouxe para nós!” É por isso que, muitas vezes, um homem parece perdido e somente se  encontra quando se casa. Antes ele não tinha motivos para sonhar, não tinha a quem agradar, mas uma vez casado, ele quer agradar a esposa, repartir com ela o que trouxer para casa. A presença dela, a sua existência dá motivos para um homem viver e lutar. É tudo que um homem quer, uma companheira exclusiva e fiel, um bom sexo, o seu respeito e admiração, e filhos bem cuidados dentro de um lar que ele construiu com a ajuda dela.

Enquanto a mulher se realiza quando é notada pelo relacionamento que cultivou com marido, pelos filhos lindos que tem, pela casa que mantém arrumada e bem ornamentada, pelo ambiente gostoso que há no seu lar quando a família se reúne, e também pela sua beleza de mulher, valorizando estar bonita fisicamente, com um corte novo de cabelo uma roupa que lhe caia bem, já o marido gosta dos desafios, uma oportunidade para exibir suas habilidades, coragem, e ousadia.

Um marido precisa ser admirado pela sua competência, inteligência, por suas conquistas e realizações. Ele quer receber dela o reconhecimento que quem lutou e venceu na vida.

Maridos estão sempre em lutas, combates e disputas, ora ganhando, ora perdendo e ser uma companhia agradável, uma mulher interessante para ele é reconhecê-lo diante disso, é acreditar nele, na sua força, competência, astúcia, e isso é tudo que um homem quer, é ter alguém que lhe diga, ainda que sem palavras,  “Ei querido, estou contigo, conte comigo”, ou ainda “pense bem, isso pode dar errado e o prejuízo será grande.”. Ele precisa de alguém para incendiá-lo ou mesmo para o refrear, mas sempre no tempo oportuno e no modo correto de se fazer. 

Abcs Pr Ismael e Pra Cleire, Palestrante para casais.


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